
Bermuda de ciclismo masculina com forro de gel
A bermuda de ciclismo mais vendida: forro de gel para pedais longos sem assadura.
- ForroGel
- UsoMTB e speed
- Mais de 300 avaliações
- Forro de gel
- Marca genérica: confira a tabela de tamanhos
O forro decide o conforto, o tecido decide o calor e o sol, e o tamanho decide se tudo isso funciona. Com as densidades de forro, os preços das marcas brasileiras e o que muda no mountain bike.

A roupa de ciclismo parece exagero até o primeiro pedal de duas horas de bermuda de academia. A costura grossa fica bem em cima do selim, o algodão encharca e a pele esfrega contra o banco milhares de vezes por hora. A roupa de ciclismo existe para resolver três problemas físicos: atrito e pressão no selim, suor que não evapora e sol direto por horas. Cada peça ataca um deles.
Os nomes: bermuda de ciclismo é a bermuda justa com forro; bretelle é a mesma bermuda com alças no lugar do elástico da cintura; camisa de ciclismo (jersey) é a camisa justa de tecido sintético com bolsos nas costas. Manguito, perneira, colete e corta-vento completam o kit, na speed, no mountain bike ou no gravel. Compre nesta ordem: bermuda com forro, camisa, luva e meia, e só então as peças de frio e chuva. Antes de tudo vem o capacete; a ordem do equipamento inteiro está no guia de equipamento de ciclismo.
As três carregam o mesmo forro. O que muda é como seguram esse forro no lugar e quanto do corpo cobrem. O forro só protege se ficar exatamente sob os ísquios (os dois ossos da bacia que apoiam no selim) e o períneo. A Elastic Interface, fabricante italiana de forros, avisa que um forro deslocado para frente ou para trás deixa você sentado sem acolchoamento nenhum.
A bermuda segura o forro pelo cós elástico e pelas barras de silicone nas pernas. É prática: veste rápido e tira rápido no banheiro. Em pedal longo e na posição baixa da speed, porém, o cós aperta a barriga quando você dobra o tronco, e a bermuda tende a escorregar para trás. Algumas das melhores usam cós alto e sem elástico justamente por isso.
A bretelle troca o elástico por alças nos ombros. Sem nada apertando o abdômen, a respiração fica livre, e as alças puxam o forro contra o corpo, o que o mantém no lugar por horas. Por isso quem faz pedal longo de estrada quase sempre migra para ela. O preço é a praticidade: para fazer xixi é preciso tirar a camisa ou baixar as alças.
A calça é bermuda ou bretelle com perna até o tornozelo, para frio e vento; as de inverno têm tecido flanelado por dentro. Para manhã fria que esquenta depois, a perneira sobre a bermuda resolve melhor, porque sai e vai para o bolso.
| Peça | Como segura o forro | Melhor uso | Ponto fraco |
|---|---|---|---|
| Bermuda | Cós elástico e barra de silicone | Pedal até 2 ou 3 horas, MTB, quem está começando | Cós aperta na posição baixa; escorrega em pedal longo |
| Bretelle | Alças nos ombros puxam o forro contra o corpo | Speed, gravel, pedal longo, rolo | Mais cara; atrapalha na hora do banheiro |
| Calça (ou calça bretelle) | Cós ou alças, perna até o tornozelo | Frio, vento, serra de manhã cedo | Esquenta quando o dia abre; não dá para tirar no meio do pedal |
| Bermuda de MTB (baggy) | Bermuda interna com forro por baixo da folgada | Trilha, enduro, downhill | Mais pesada e mais quente que a de lycra |
Espuma de boa densidade é a escolha mais segura para pedal longo; gel funciona para pedal curto e para quem quer maciez no início. Mas o material importa menos do que a densidade, o formato e a posição do forro.
O forro, que o mercado chama de camurça ou chamois (as primeiras bermudas usavam couro de camurça de verdade), faz três coisas: distribui a pressão dos ísquios numa área maior, tira o atrito da pele (quem esfrega no selim é o forro, não você) e afasta o suor. A Elastic Interface descreve duas camadas básicas: uma espuma de cima, de células abertas, que deixa o ar passar e controla o calor, e a espuma de suporte, costuradas ou termomoldadas uma na outra.
Densidade é quanto pesa um metro cúbico da espuma, em kg/m³. Espuma pouco densa é macia na mão, mas afunda até o fim e perde o formato depois de uma hora; espuma densa parece firme e continua segurando o corpo na quarta hora. Pela Elastic Interface, espuma menos densa serve para pedal curto e intenso, e a mais densa para longa distância, até 200 kg/m³ nos forros caros da marca.
As fichas das marcas brasileiras mostram essa escada. A Free Force usa no forro One, da bermuda Basic, espuma de 60 kg/m³, indicada para até 3 horas. O Invert Air Gel, das bermudas Performance, tem duas espumas de 10 mm, uma perfurada de 70 kg/m³ e outra de 90 kg/m³, mais gel perfurado, e é indicado para até 10 horas. A Márcio May vende forros CoolMax D-80 (até 5 horas) e D-120 com gel nos ísquios (até 7 horas). As durações são do fabricante, não de teste independente: servem para comparar dentro da mesma marca.
| Forro (marca) | Construção | Densidade da espuma (kg/m³) | Indicado para até (h) |
|---|---|---|---|
| One (Free Force) | Espuma única | 60 | 3 |
| CoolMax D-80 (Márcio May) | Espuma | D-80 (código do fabricante) | 5 |
| CoolMax D-120 com gel (Márcio May) | Espuma 3D com gel perfurado nos ísquios | D-120 (código do fabricante) | 7 |
| Invert Air Gel (Free Force) | Duas espumas de 10 mm e gel perfurado | 70 e 90 | 10 |
O gel amortece bem o pico de pressão, por isso aparece muito em bermuda de entrada e em quem pedala sentado mais reto. Mas gel é um bloco de polímero: não deixa o ar passar como a espuma de células abertas, e pesa mais. Não por acaso os forros caros o usam perfurado e só nos ísquios, sobre espuma densa. No calor brasileiro, gel grosso sem perfuração vira bolsa de suor. Até duas horas, os dois resolvem. Acima disso, procure espuma de densidade variável (mais grossa sob os ísquios, fina nas laterais) e desconfie de forro grosso e mole, que se mexe e enruga.
A Elastic Interface explica que a mulher tem bacia mais larga, mais variação anatômica e outra conformação da região púbica, o que muda onde a pressão cai no selim. Por isso o forro feminino tem outro desenho e outra distribuição de espuma: alguns usam espuma mais fina e menos densa na região genital, com o apoio dos ísquios elevado. Procure forro feminino declarado na ficha, não só "modelagem feminina": há bermuda feminina com o mesmo forro da masculina.
Forro bom tem costura plana e bordas afinadas, que somem sob o tecido; costura em relevo ou degrau na borda viram ponto de atrito na segunda hora. Pelo mesmo motivo a bermuda vai direto na pele: a cueca ou calcinha põe uma costura sobre o ponto de pressão e algodão que segura o suor, anulando o forro. Use limpa a cada pedal e tire logo que chegar.
Para começar, as bermudas abaixo resolvem pedal curto e médio. São marcas genéricas de entrada, vendidas na Amazon: confira a tabela de medidas da página, que costuma vir menor que a das marcas brasileiras. A de gel é a mais vendida; a de espuma de alta densidade segura melhor o formato em pedal longo; a feminina tem modelagem e forro femininos.

A bermuda de ciclismo mais vendida: forro de gel para pedais longos sem assadura.

Bermuda com forro de espuma de alta densidade, que segura melhor o formato em pedal longo.

Bermuda com modelagem e forro femininos, para pedal de trilha e de estrada.
Tecido sintético que tire o suor da pele, proteção UV de verdade, bolsos nas costas e zíper na frente; o corte depende de como você pedala.
Porque poliamida ou poliéster com elastano não absorve água: o suor atravessa a trama e evapora do lado de fora, e é essa evaporação que resfria o corpo. O algodão encharca, pesa e fica colado frio. A justeza tem dois motivos: tecido que não balança não enruga (e ruga é atrito) e oferece menos área ao vento, a maior força contra você no plano. As fichas das marcas nacionais ficam entre 77% e 87% de poliamida ou poliéster com 12% a 13% de elastano.
UPF é o fator de proteção do tecido contra o ultravioleta (as marcas brasileiras escrevem FPS ou "UV 50+"). Pela Skin Cancer Foundation, tecido UPF 50 deixa passar só 2% da radiação; uma camiseta branca comum dá cerca de UPF 7, e molhada cai para perto de 3. Aqui isso pesa: em setembro de 2024, antes do verão, o Cptec/Inpe previa índice UV de 10 a 11 em São Paulo, entre "muito alto" e "extremo" na escala da OMS.
A mesma fonte avisa que tecido esticado ou molhado perde proteção. Camisa pequena demais, esticada no corpo, protege menos do que a ficha promete, e bermuda velha de lycra fina deixa o sol passar. Manguito UV 50+ protege o braço sem esquentar como manga de algodão.
Os três bolsos ficam nas costas porque é o único lugar que você alcança pedalando sem nada balançar na frente: câmara reserva, bomba pequena, gel, celular e capa de chuva. Um deles com zíper guarda chave e cartão. Zíper frontal inteiro abre a camisa toda na subida longa; meio zíper ventila menos.
O corte race (race fit, aero ou slim) é bem justo, de manga colada e tecido fino: não balança e é o mais fresco em movimento, mas marca o corpo. O corte club (comfort ou regular) é mais solto na barriga e no ombro, melhor para quem pedala mais reto ou faz gravel tranquilo. Como o race já vem justo, quem fica entre dois tamanhos costuma ficar melhor no maior; no club, no menor.
No MTB a roupa precisa aguentar galho, queda e joelheira: o padrão é bermuda folgada (baggy) sobre uma bermuda interna com forro, e camisa solta. Lycra também serve no XC, mas rasga no primeiro tombo em cascalho.
A bermuda de MTB tem tecido resistente à abrasão e corte largo. O BikeRadar resume a escolha pelo estilo: para gravity (downhill e bike park), tecido grosso; para XC, leve e elástico; para enduro, o meio-termo entre proteção e ventilação. Algumas vêm com bermuda interna com forro; outras são só a casca, e você usa a sua de ciclismo por baixo, que precisa ficar justa. Na prova, confira o ajuste da cintura (velcro com elástico acompanha o movimento melhor que velcro rígido), o comprimento com a joelheira (a perna deve cobrir a borda dela, sem vão de pele) e o bolso com zíper.
A camisa de MTB é solta, muitas vezes de manga longa em tecido fino, que protege de galho, espinho e sol nas clareiras e acomoda cotoveleira e mochila de hidratação. Para descida pesada entram joelheira, cotoveleira e, no downhill, colete de proteção.
No calor, menos tecido e mais ventilação; no frio, camadas que você tira no caminho; na chuva, uma casca fina que cabe no bolso. O erro comum é sair agasalhado demais numa manhã fria de serra e cozinhar o resto do pedal.
Camisa race de tecido fino com UV 50+, de cor clara, bermuda com forro perfurado e meia fina sintética. Manguito UV vale mais que filtro solar no braço, que sai com o suor.
Pense em três camadas: segunda pele justa de manga longa, que tira o suor da pele; camisa de manga longa; e a casca contra vento. O BikeRadar separa a hardshell, impermeável e corta-vento mas sem isolamento, da softshell, corta-vento, com algum isolamento e mais respirável, a preferida no inverno seco. O colete esquenta o tronco e deixa os braços ventilarem, ideal para a manhã que começa fria. Manguito e perneira transformam a roupa de verão em roupa de meia-estação e vão para o bolso quando o sol aparece.
O frio pega na descida: depois de subir suado, descer a serra com a camisa molhada esfria o corpo rápido. Vista o corta-vento no topo, mesmo que pareça calor. Meia de lã continua aquecendo molhada, e a luva de inverno precisa ser corta-vento.
A capa de chuva de ciclismo é uma hardshell fina e respirável, porque você sua por dentro; capa de plástico comum vira sauna. Na pancada de verão do Sudeste, uma capa que dobra pequena no bolso de trás resolve mais que jaqueta grossa.
A luva protege a mão na queda e dá pegada com suor. Para speed e gravel, meio-dedo com acolchoado na palma; para MTB, dedo inteiro, que protege de galho e melhora o controle do freio com a mão molhada. Acolchoado grosso demais tira sensibilidade do guidão. A meia de ciclismo é sintética e fina, sem costura grossa nos dedos, porque a sapatilha é justa e qualquer dobra vira bolha. O encaixe da sapatilha está no guia de pedal clip.
A roupa certa fica justa a ponto de parecer pequena em pé e confortável na posição de pedalar. Meça o corpo e compare com a tabela da marca, nunca com o seu tamanho de roupa comum.
Com a fita, meça o tórax na altura do peito, a cintura na parte mais fina e o quadril na mais larga. As tabelas não batem entre marcas: a Márcio May vai do PP ao 4G, Free Force e Mauro Ribeiro do P ao 3G, e as genéricas importadas costumam vir menores. Prove inclinando o tronco para frente, que é como a bermuda trabalha.
| Onde olhar | Tamanho certo | Grande demais | Pequeno demais |
|---|---|---|---|
| Tecido no corpo | Justo, sem ruga, sem transparência | Ruga na virilha e atrás do joelho | Tecido esticado fica transparente |
| Forro | Encostado no corpo, sob os ísquios | Forro solto, que se mexe no selim | Forro puxado para trás, aperta na frente |
| Barra da perna | Parada no lugar, sem marcar | Sobe na coxa durante o pedal | Garroteia e deixa marca funda |
| Alças (bretelle) | Firmes inclinado, folgadas em pé | Caem do ombro | Puxam o forro para cima e pressionam o períneo |
E a compressão? Ela tem duas funções reais. A mecânica é segurar o forro no lugar e impedir que a coxa balance e o tecido enrugue. A outra é a recuperação: uma meta-análise de Brown e colegas (Sports Medicine, 2017) encontrou benefício da roupa de compressão na recuperação de força de 2 a 8 horas e depois de 24 horas do exercício, e recomendou o uso para o desempenho de pedal no dia seguinte. Compressão demais não ajuda: bermuda que deixa vinco fundo na coxa está pequena.
Lave depois de cada pedal, em água fria, sem amaciante, do avesso, e seque à sombra. A assadura se previne com forro limpo, tamanho certo, creme anti-atrito em pedal longo e saindo da bermuda logo depois.
O guia de cuidados da Liv (marca feminina da Giant) dá a receita: água fria, no máximo 30 °C; nunca amaciante; bermuda do avesso; na máquina, ciclo delicado, centrifugação baixa, saquinho de lingerie e zíperes e velcros fechados; secadora só na temperatura mínima, e o ideal é secar estendida. Se não der para lavar na hora, pendure assim que chegar, porque suor parado cria a bactéria do cheiro.
O porquê: o amaciante deixa uma película que entope a trama e a espuma, e o tecido para de puxar o suor. Calor e alvejante atacam o elastano, a fibra da compressão, e o sol direto castiga tecido e forro. Mesmo assim o forro não é eterno: tecido brilhante e transparente contra a luz, ou espuma que não volta ao formato, pedem bermuda nova. A Elastic Interface não recomenda trocar só o forro, porque a lycra velha já não seguraria o novo no lugar.
Assadura e ferida de selim (de pele irritada a pelo encravado e furúnculo) não são problema só de iniciante. Num estudo qualitativo com 20 ciclistas mulheres competitivas do Reino Unido, todas já tinham tido; as causas mais citadas foram volume alto e pedal longo, bermuda ou forro mal ajustado, selim errado, posição baixa de contrarrelógio, rolo de treino e chuva. Oito delas (40%) usavam creme anti-atrito para prevenir.
O chamois cream reduz a fricção entre pele e forro. Passe uma camada fina na região que encosta no selim antes de pedal longo; uma participante do estudo achou que o excesso entupia os poros e piorava o quadro. No rolo, onde você quase não se mexe no selim e sua mais, creme e bretelle fazem ainda mais diferença (veja o guia de rolo de treino).
Depois do pedal, tire a bermuda e tome banho logo. Se a assadura volta toda semana com bermuda boa, olhe o selim e a regulagem: selim alto demais faz o quadril balançar e esfregar a cada pedalada. Confira altura e recuo com o cálculo de tamanho do quadro. Ferida que não fecha, incha ou dói muito é caso de médico.
As marcas nacionais mais conhecidas são Free Force, Mauro Ribeiro, ERT (com a linha Elite), Márcio May e Barbedo, além de marcas de MTB como a Nomad. Em cada uma, a bermuda de topo custa mais que o dobro da básica. A tabela traz o preço de tabela no site da marca em outubro de 2026, sem o desconto de Pix (de 5% a 10%); vários modelos estavam esgotados.
| Marca | Bermuda (R$) | Bretelle (R$) | Camisa (R$) | O que saber |
|---|---|---|---|---|
| Free Force | 225,90 a 504,90 | 525,90 a 890,90 | 269,90 a 445,90 | Sede em Pomerode (SC); ficha com densidade e horas do forro |
| Mauro Ribeiro | 209,90 a 449,90 | 395,90 a 1.169,90 | 329,90 a 899,90 | Linhas de ciclismo, corrida e triathlon; bretelle Carbon Racing indicada para até 10 h |
| ERT (linha Elite) | 160 a 337 | 334 a 499 | 154 a 232 | Juiz de Fora (MG); a mais barata das nacionais pesquisadas |
| Márcio May | 339 (Race Carbon Bag) | não conferido | não conferido | Forros D-80 e D-120 com gel; tamanhos do PP ao 4G |
| Nomad (MTB) | 349 a 499 (linhas Trail e Enduro) | 899 | não conferido | Foco em mountain bike; linha APEX com Henrique Avancini |
Dentro de uma marca, o que separa a bermuda de R$ 200 da de R$ 500 é o forro (densidade, camadas, horas indicadas) e o tecido. Entre marcas, comparar é mais difícil: a Free Force publica densidade em kg/m³, a Márcio May usa códigos como D-80 e D-120, outras não dizem nada. Prefira quem diz o que tem dentro.
A bermuda Sprint Gel, da Barbedo, é a única de marca nacional no nosso catálogo da Amazon: forro de gel e nota 4,6, mas ainda poucas avaliações, então confira a tabela de tamanhos. É a opção de entrada para quem quer marca de ciclismo em vez de genérica.

Bermuda de marca nacional de ciclismo, com forro de gel.
Bermuda de ciclismo (justa, com forro), bretelle (a bermuda com alças) e camisa de ciclismo, ou jersey. O macacão inteiriço de prova é o macaquinho.
Pode e deve, se estiver de bermuda de ciclismo. O forro foi feito para ficar direto na pele; a cueca põe uma costura sobre o ponto de pressão e algodão que segura suor, o que causa assadura. Sem bermuda de ciclismo, a cueca continua.
Para pedal longo, espuma de boa densidade, de preferência em camadas e com densidade variável; o gel puro esquenta e respira menos. Para pedal de até duas horas, as duas resolvem. Olhe a densidade e as horas indicadas pelo fabricante, quando ele informa.
A bretelle é melhor para pedal acima de duas ou três horas e para speed, porque não aperta a barriga e segura o forro no lugar. A bermuda é mais prática e mais barata, e basta para pedal curto e trilha.
Do avesso, em água fria (no máximo 30 °C), com sabão neutro, sem amaciante nem alvejante, no ciclo delicado ou à mão. Seque estendida à sombra e nunca na secadora quente.
Nas marcas brasileiras, em outubro de 2026, a bermuda vai de R$ 160 a R$ 505, a bretelle de R$ 334 a R$ 1.170 e a camisa de R$ 154 a R$ 900, no preço de tabela.
Bermuda Mais vendida
Bermuda Custo-benefício
Bermuda Feminina